"E o Corvo não foi embora: lá ficou, lá se demora, pousado no busto branco de palas, sobre os umbrais, com a aparência tristonha de algum demônio que sonha; e a luz no piso desenha seus contornos fantasmais; e eis que, perdida, minha alma dos contornos fantasmais se livrará – nunca mais!"